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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Homens com medo de mulheres independentes


   Vários namoros meus não deram certo por causa da minha independência. Eles se sentiam incomodados e inferioriozados. Achava isso um absurdo, porque em momento algum eu me sentia superior à Eles.
   Tenho uma prima que não consegue namorar ninguém, o cara foge toda vez que percebe o quão independente ela é.
  Afinal o que querem os homens?! Uma mulher domesticada ou uma que consiga reger sua própria vida?
  Estava buscando alguns depoimentos que me explicassem esse "fenômeno"..rs... encontrei vários sobre o mesmo, um me chamou a atenção:

"Quem aí já não ouviu falar que homens tem medo de mulher independente?
- Agora para descobrir isso, vamos pensar em quais seriam as características pessoais de uma mulher independente? ( Sem generalizar)
1º - Indiferente (Pois pra se manter independente não pode depender de afeição), 2º - Exigente, 3º - Egoísta, 4º - Orgulhosa, 5º - Insatisfeita, 6º - Rica ( Ou bem de vida), 7º - Carente, 8º - Brava, 9º - Infiél (Pois acha que não deve satisfações), 10º - Vaidosa, 11º - Inteligente, 12º - Influente, 13º - Invejada ( Elas geralmente acham isso vantagem!), 14º - Ousada, 15ª - Empenhada.
É de uma parceira com essas características que os homens tem medo! Embora tenha muitas qualidades, essas qualidades são benéficas apenas para o indivíduo que as porta! Não há como ser uma boa amante com um gênio desses!
Dá até pra imaginar uma mulher linda, maravilhosa, com um bom carro, com um bom apê tem uma ótima vida de solteira e que se gaba a toda hora por isso. As vezes afirmando que não quer e não dará a ninguém a chance de estragar isso. Que quando está com um cara, ela o crítica a toda hora, quer que tudo que ele faça seja pra ela, subestima as opiniões do cara e faz questão que o cara estude detalhadamente cada palavra que ela fala, não muda de comportamento porque acha que está certa, não aceita crítica e te lembre a qualquer momento a posição privilegiada que ela ocupa acima do seu pretendente, está sempre carente porque não tem homem a sua altura, acha que pode fazer o que quiser sem dar satisfações a ninguém! Se nega a amar um homem, pois acha que ela é tão boa que ele é quem tem que ama-la. Dentre outras que eu não me lembro!
Que homem que iria querer uma namorada com as características acima? E o mais estranho é que são justamente essas que se encontrar alguém, serão traídas por uma outra mulher que não lava um prato, que não trabalha, não estuda, que mora mal, só anda de ônibus, mas quando encontra com o cara, faz questão de abraça-lo e não economiza demonstrações de afeto! Como uma boa AMANTE deve ser!!
                               Depoimento de Niii que tem pavor de mulheres independentes

   A mulher independente assusta sim, mas para homens não preparados para ter ao seu lado uma mulher que seja sua real companheira, que estará ao lado dele em todos os momentos; uma mulher na qual ele poderá ter em qualquer dificuldade, na qual ele poderá conversar sobre qualquer assunto e ter uma amiga ao seu lado.
  Não me refiro à mulher independente somente financeiramente, mas também psicologicamente. Mulheres que se amam e que por se amarem saberão amar seu companheiro.
  Homens, parem de machismo e passem a enxergar como é maravilhoso ter uma MULHER ao seu lado.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Podemos ser culpadas pelos cafajestes.


Estava lendo alguns posts em outros blogs e encontrei um que quero compartilhar com vocês. Ontem eu estava conversando com meu namorado e disse à ele que escreveria um novo post questionando por quê os homens sentem-se mais HOMEM sendo cafajeste. Hoje ao ler esse post que vou colocar pra vocês mudei de opinião. Lá vai:


"O homem não nasce cafajeste. Na realidade, ele nasce puro, a mulher o corrompe.
Perdão ao querido Rousseau por me apropriar de sua frase original, mas ela resume bem este post.
Meu primeiro amor de infância foi uma garota que passou o verão de 1997 no prédio da minha avó no litoral. Ela era uma gracinha, loirinha, cheirosa, boca macia, toda gostosa. Foi paixão à primeira vista. Sempre ia tomar sorvete com ela, comprava flores, ia no cinema, etc. Quando acabou o verão, trocamos telefone e retornamos à São Paulo . Marcamos de ir no shopping-cinema, mas a garota não me beijou uma só vez (sem nenhum motivo aparente). Eu ligava e ela ficava fria no telefone. Chegou ao ponto de me mandar uma carta com as minhas fotos, pedindo que eu devolvesse as dela e que não ligasse mais. Primeira desilusão.
Essa foi a mais marcante, mas seguiram várias. Entre elas, uma garota que eu quase cheguei a namorar que se dizia santa e tal, mas na verdade, através de um teste bobo de internet, descobri que ela adorava sexo grupal (nada contra os adeptos, mas eu tinha 16 anos!). Outra, que se dizia apaixonada por mim, mas ficava com meu primo ao mesmo tempo. Na minha facu, uma mina que se dizia toda apaixonada pelo namorado (que era da mesma classe e um cara super gente boa), transava com outros 2 caras (da mesma classe também!).
Enfim, comecei a perceber que os caras bonzinhos só tomavam. E vi que aqueles caras que pegavam todas, que não davam atenção, não compravam flores, etc eram os que tinham mais mulheres a sua volta. Comecei a pesar melhor as minhas experiências/vivências e mudar a minha postura.
A palavra “cafajeste”, as vezes trás a noção de um cara ignorante e sem modos. Nesse sentido, eu não me considero um cafajeste. Encaixo-me no rótulo de cafajeste contemporâneo. Sei como tratar bem uma mulher, fazê-la se sentir valorizada, etc, mas também sei controlar a situação, não me deixando levar pelo sentimento e caindo de cabeça.
Sinceramente, eu queria poder me entregar mais num relacionamento, mas os calos são tantos que a defesa se tornou automática"

Aí está outra visão sobre o homem cafajeste. Às vezes temos que ir um pouco mais além pra entender a atitude de algumas pessoas.



 http://www.manualdocafajeste.com/2007/04/24/como-nasce-um-homem-cafajeste/

sábado, 18 de dezembro de 2010

Por que ele sumiu no dia seguinte?





Tudo ia bem, ele te ligava, mandava lindas mensagens, era super atencioso e carinhoso, mas no dia seguinte que vocês foram para a cama... puft! Ele sumiu, não ligou, não mandou mensagens, nem deu sinal de fumaça.

Essa semana eu estava conversando com uma amiga que estava indignada, disse que não entendia os homens. Ela estava ficando com um rapaz e esse depois de tanta insistência, mensagens, telefonemas, palavras bonitas..etc...etc...etc... conseguiu levá-la para a cama e depois sumiu. Minha amiga queria saber minha opinião, juro que não sabia bem o que dizer e para responder à essa pergunta recorri à opinião masculina de um amigo que me disse:

“ - ele só queria transar; falar coisas bonitas para mulher é fácil e mulheres gostam de ouvir, essa é uma forma de ser canalha. Ele fala um monte de coisas lindas e ela se desmancha, depois ele sai fora”.
Logo depois ele confessa:
“ - Já fiz isso muitassssss vezessssssssss...”

É garotas aí está uma opinião masculina sobre o assunto, terrível?! Não, apenas real.
Isso pode não ser uma regra. Muitos homens querem apenas divertir-se sem compromisso, outros têm medo de relacionar-se seriamente e preferem fugir quando percebem que o envolvimento está ficando sério.
Portanto entreguem-se apenas se isso vá lhe proporcionar igual prazer e não pensando que dessa forma estarão garantindo Ele ao seu lado, ciente que se Ele tiver a atitude de sumir no dia seguinte, você estará livre de um frustração e de pensar que fez algo errado, quando na verdade o problema não está em você.

Celize Gomes Costa

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Mulheres que Amam Demais, você não está só...

Nós mulheres e a síndrome de Julieta, saiba quando amar além do imaginado por nós passa de amor para uma doença. 


“Quando estamos apaixonadas significa sofrimento; quando a maior parte das nossas conversas com amigas íntimas é sobre ele, os seus problemas, o que ele pensa, os seus sentimentos… quando quase todas as nossas frases começam por «ele…», estamos a amar de mais.
Quando lhe desculpamos o mau humor, o mau gênio, a indiferença ou os atribuímos a uma infância infeliz e tentamos tornar-nos sua terapeuta, estamos a amar demasiado.
Quando lemos um livro de auto-ajuda e sublinhamos todas as passagens que achamos que o ajudariam, estamos a amar demasiado.
Quando não gostamos das suas características básicas, dos seus valores e comportamentos, mas os suportamos pensando que se formos apenas atraentes e suficientemente apaixonadas ele se modificará por nós, estamos a amar de mais.
Quando a nossa relação põe em risco o nosso bem-estar emocional e até, talvez, a nossa saúde física e a nossa segurança, estamos sem dúvida a amar de mais.
Apesar de toda a dor e insatisfação, amar demasiado é uma experiência tão comum para tantas mulheres que acabamos por chegar a acreditar que essa é a forma como devem ser as relações íntimas. Muitas de nós amámos de mais, mesmo que tenha sido apenas uma vez, e para muitas de nós a situação foi recorrente. Algumas de nós tornámo-nos tão obcecadas pelo nosso parceiro e pela relação que mal somos capazes de funcionar."
(Prefácio do Livro: Mulheres que Amam Demais de Robin Norwood)


Responda à essas perguntas e descubra se você é uma MADA (Mulheres que Amam Demais), descubra também que você não está sozinha e que existe um grupo de ajuda, disposto a caminhar junto com você:

1) Torno-me obsessiva com os relacionamentos?
? Sim ? Não
2) Nego o alcance do problema?
? Sim ? Não
3) Minto para disfarçar o que ocorre numa relação?
? Sim ? Não
4) Evito as pessoas para ocultar o problema?
? Sim ? Não
5) Repito atitudes para controlar a relação?
? Sim ? Não
6) Sofro acidentes devido à distração?
? Sim ? Não
7) Sofro mudanças de humor inexplicáveis?
? Sim ? Não
8) Pratico atos irracionais?
? Sim ? Não
9) Tenho ataques de ira, depressão, culpa ou ressentimento?
? Sim ? Não
10) Tenho ataques de violência?
? Sim ? Não
11) Sinto ódio de mim mesma e me auto- justifico?
? Sim ? Não
12) Sofro doenças físicas devido à enfermidades produzidas por stress?
? Sim ? Não
Se você respondeu afirmativamente a três das doze perguntas, é uma mulher dependente das pessoas.

MADA é um programa de recuperação para mulheres que têm como objetivo primordial se recuperar da dependência de relacionamentos destrutivos, aprendendo a se relacionar de forma saudável consigo mesma e com os outros.
O grupo foi criado baseado no livro "Mulheres que Amam Demais", de 1985, da autora Robin Norwood, Ed. ARX.
            A psicóloga e terapeuta familiar Robin Norwood escreveu o livro baseado na sua própria experiência e na experiência de centenas de mulheres envolvidas com dependentes químicos. Ela percebeu um padrão de comportamento comum em todas elas e as chamou de "mulheres que amam demais". No final do livro ela sugere como abrir grupos para tratar da doença de amar e sofrer demais.
            No Brasil o primeiro Grupo MADA foi aberto em São Paulo, por uma mulher casada com um dependente químico que se identificou com a proposta do livro. A primeira reunião do Grupo MADA - Jardins, em São Paulo, foi realizada em 16 de abril de 1994. Em seguida, no Rio de Janeiro, a primeira reunião aconteceu em 06 de julho de 1999.
            O Grupo MADA cresceu e, atualmente tem mais de 45 reuniões semanais no Brasil distribuídas em 14 Estados e o Distrito Federal, e, 01 reunião em Portugal, em Carcavelos, e 03 reuniões na Venezuela, em Caracas.


Perguntas mais freqüentes:

Quem são os membros de MADA?

São mulheres que tem um vínculo que as une: acreditam que a dependência de relacionamentos afeta profundamente suas vidas. Reunem-se para partilhar suas experiências, fortalezas e esperanças.

Como receber ajuda?

Provavelmente alguém falará sobre uma situação que se assemelha à sua. A partir de uma experiência pessoal e, sem dar conselhos ou fazer interpretações psicológicas, é oferecida ajuda. Mesmo que não encontre ninguém nas mesmas condições que as suas, poderá se identificar com a forma com que muitas das mulheres sentem os efeitos que a dependência de pessoas produz em suas vidas.

Quem vai ao grupo precisa dizer alguma coisa?

Não. Se preferir, pode somente escutar. A mulher é livre para escolher, mas a experiência indica que compartilhar com pessoas que entendem seu problema traz muito alívio. Guarda-se o que serve e descarta-se o resto.

Alguém saberá que freqüenta as reuniões?

Não. Recomenda-se respeitar o anonimato de cada participante. Usa-se apenas os nomes das mulheres. Não se fala das mulheres que participam das reuniões, nem é repetido o que é ouvido delas. Protege-se também o anonimato daquelas pessoas das quais as mulheres são dependentes.

Trata-se de uma irmandade religiosa?

Não. Aceita-se a idéia de que há um Poder Superior, que ajuda a resolver os problemas e a encontrar a paz espiritual. A crença de cada mulher é uma questão pessoal e, portanto, respeitada como tal.

Quem dirige este grupo?

Todas as mulheres. Porém, para manter a ordem e conseguir um funcionamento uniforme, elege-se as coordenadoras do grupo que irão exercer suas funções. Todas trabalham como voluntárias para manter o local em ordem.

Onde procurar ajuda?

Entre em contato com o grupo através do e-mail:


Não fique só.